Notícias Diversas — 25 Maio 2012

Desembargador do Tribunal de Justiça, Jorge Wagih Massad

O desembargador do Tribunal de Justiça, Jorge Wagih Massad, apresentou uma retrospectiva e contextualização sobre o poder judiciário e a justiça militar, iniciando com um relato sobre a sua trajetória dentro da Polícia Militar do Paraná.

Relembrando a história da justiça militar, ele ressaltou a lei orgânica da magistratura estadual, que consolidou algo já existente, mas instituiu também o Tribunal de Justiça Militar do Paraná, embora até hoje não tenha sido consolidado. “Outro dado histórico foi a tentativa de extinguir a justiça militar, que felizmente não teve sucesso, mas resultou no enfraquecimento devido às retiradas de competências que ocorreram. Isso veio de encontro com o nosso interesse: preservar a justiça militar”.

Entre outros relatos históricos, ele ressaltou ainda que ainda existe uma parcela mínima da magistratura que é resistente à justiça militar e reafirmou o seu apoio e respeito pela justiça desenvolvida pelos militares. “Sou defensor e tenho a maior admiração porque vivi a justiça militar. Lamentavelmente, estamos fragilizados, mas precisamos continuar lutando para resgatar o direito da Polícia Militar do Paraná de ter a sua justiça em primeiro e segundo grau”, finalizou ele.

A palestra foi moderada pelo presidente da AMAI, coronel Elizeo Ferraz Furquim, que também afirmou o seu respeito e a importância da justiça militar no Paraná. Ao final, os participantes puderam esclarecer as suas dúvidas sobre o assunto, relatando também a situação do seu Estado.

Por impossibilidade de comparecimento na abertura do SIBRASEG, devido à compromissos profissionais, o desembargador Jorge Wagih Massad foi outorgado na ocasião com a medalha “Julio Bono Neto”, entregue pelo presidente da AMEBRASIL, coronel Abelmídio de Sá Ribas, em reconhecimento aos serviços prestados junto à Polícia Militar do Paraná.

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