Notícias Diversas — 14 maio 2010

Cada líder partidário deverá indicar, até as 18 horas de hoje, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) considerada prioritária pela bancada ou bloco, segundo solicitação feita ontem, durante reunião com as lideranças, pelo presidente da Câmara, Michel Temer. Do total de 23 propostas, o presidente indicará as três que serão inseridas na pauta de votações do Plenário antes das eleições gerais de outubro próximo. Segundo o presidente, serão pautadas as matérias que tiverem maior apoio, após a contagem ponderada. Vários LÍDERES poderão indicar uma mesma proposta e será feita a contagem pelo número de deputados que integram a bancada ou bloco. Recesso – Questionado sobre a possibilidade de haver recesso branco na Câmara a partir de junho, Michel Temer declarou que não há nenhuma previsão de interromper os trabalhos antes do período do recesso constitucional (de 18 a 31 de julho). “Vamos trabalhar até o final, votando normalmente.” O questionamento refere-se à proposta do líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), de votar até 10 de junho a proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias, para evitar votações durante o período dos jogos da Copa do Mundo de futebol, que começam em 11 de junho. Para o líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), a tese do recesso branco não vai prosperar porque os jogos do Brasil serão realizados em dias esvaziados, terça e domingo. Ele acrescentou que “cansou de assistir” jogos na Câmara. Visita – Temer também informou que a participação do presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, na reunião de LÍDERES ontem à foi uma visita de cortesia e homenagem à harmonia entre o Judiciário e o Legislativo. Ele explicou que o encontro foi um pedido de Peluso que solicitou a presença de LÍDERES partidários para demonstrar o apreço entre os poderes. Questionado sobre o Projeto de Lei 6613/09, do STF, que reajusta salários dos servidores do Poder Judiciário, Temer afirmou que o assunto não foi citado durante a reunião. Ele acrescentou que a tramitação do projeto será normal na Câmara, e não que houve pedido de urgência.

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